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dc.creatorFORTES, Laine Barros-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6629435190693861por
dc.contributor.advisor1SANTOS, Wendel Silva dos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5699304065109962por
dc.contributor.referee1SANTOS, Wendel Silva dos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5699304065109962por
dc.contributor.referee2CARVALHO, Hebe Macedo de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6077201493351271por
dc.contributor.referee3RIBEIRO, Mariana Aparecida de Oliveira-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6947210893942538por
dc.date.accessioned2026-06-26T10:46:08Z-
dc.date.issued2026-03-04-
dc.identifier.citationFORTES, Laine Barros. Expressão do modo subjuntivo em cartas publicadas em jornais maranhenses dos séculos XIX e XX: um estudo de variação à luz da sociolinguística histórica. 2026. 154 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Letras - Campus Bacabal) - Universidade Federal do Maranhão, Bacabal. 2026.por
dc.identifier.urihttps://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/7073-
dc.description.resumoEste trabalho objetiva investigar a partir de uma perspectiva histórica, dados de variação da morfologia do subjuntivo e indicativo em cartas pessoais e cartas abertas publicadas em jornais maranhenses, escritos entre os séculos XIX e XX. Especificamente, busca-se verificar se a morfologia do indicativo é usada em contextos em que o esperado, senão prescrito pelas gramáticas tradicionais, é a forma do subjuntivo, podendo, ambas as formas, manifestar os mesmos traços semânticos. Justifica-se a realização deste estudo do ponto de vista que, o subjuntivo, e a possibilidade de variação com a morfologia do indicativo, é objeto de estudo (sobretudo em sua modalidade falada) em diversas regiões do país, mas ainda pouco observado a partir da análise de dados no contexto histórico maranhense. Para isso, vale-se da Teoria da Variação e Mudança Linguística (Labov, 2008[1972]), especialmente a vertente denominada Sociolinguística Histórica (Romaine, 2009[1982]; Mattos e Silva, 2004; 2008; Hernández-Campoy e Conde Silvestre, 2012). Os dados analisados foram extraídos de acordo com a grafia original de textos escritos nos séculos XIX e XX, disponibilizados na Biblioteca Pública Benedito Leite, em seguida, transcritos para uma planilha do excel, e analisados estatisticamente, no programa R (R Core Team, 2025). Os grupos de fatores linguísticos, cuja análise parte daqueles que já são controlados em pesquisas dessa natureza, como orações subordinadas substantivas (classificação da oração, tempo verbal da oração principal, tempo verbal da oração subordinada, carga semântica do verbo da oração principal), adjetivas (classificação da oração, distância do pronome relativo e a forma verbal, animacidade do antecedente) e adverbiais (classificação da oração, tipo de subordinador) e, dentre as extralinguísticas verificaram-se o ano, década e século da publicação de cada documento catalogado. Os resultados apontam que o subjuntivo é produtivo em contextos de orações substantivas e adverbiais, entretanto, não parece se especializar nas orações adjetivas. Assim, para o cruzamento da morfologia do subjuntivo nos três contextos de subordinação, o subjuntivo se mantém em contextos previstos pela gramática normativa, se correlacionando a certos tipos de orações subordinadas, certos tipos de verbos e tipos de subordinadores. Quanto aos gêneros analisados, os resultados gerais apontam para o não favorecimento do subjuntivo nas duas cartas analisadas.por
dc.description.abstractThis study aims to investigate, from a historical perspective, data on variations in the morphology of the subjunctive and indicative moods in personal letters and open letters published in newspapers in Maranhão, written between the 19th and 20th centuries. Specifically, it seeks to verify whether the indicative mood is used in contexts where the subjunctive mood is expected, if not prescribed by traditional grammars, with both forms being able to express the same semantic features. This study is justified from the point of view that the subjunctive, and the possibility of variation with the morphology of the indicative, is the subject of study (especially in its spoken form) in various regions of the country, but has been little observed based on data analysis in the historical context of Maranhão. To this end, we use the theory of Linguistic Variation and Change (Labov, 2008[1972]), especially the branch known as Historical Sociolinguistics (Romaine, 2009[1982]; Mattos e Silva, 2004; 2008; Hernández-Campoy and Conde Silvestre, 2012). The data analyzed were extracted according to the original spelling of texts written in the 19th and 20th centuries, made available at the Benedito Leite Public Library, then transcribed into an Excel spreadsheet, and statistically analyzed using the R program (R Core Team, 2025). The groups of linguistic factors, whose analysis is based on those already controlled in research of this nature, such as substantive subordinate clauses (classification of the clause, tense of the main clause, tense of the subordinate clause, semantic load of the verb in the main clause), adjectival clauses (classification of the clause, distance from the relative pronoun and the verbal form, animacy of the antecedent) and adverbial clauses (clause classification, type of subordinator), and among the extralinguistic factors, the year, decade, and century of publication of each cataloged document were verified. The results indicate that the subjunctive is productive in noun and adverbial clauses; however, it does not appear to be specialized for adjective clauses. Thus, regarding the intersection of subjunctive morphology across the three types of subordinate clauses, the subjunctive is maintained in contexts prescribed by normative grammar, correlating with certain types of subordinate clauses, certain types of verbs, and certain types of subordinating conjunctions. As for the genres analyzed, the overall results indicate that the subjunctive is not favored in the two letters analyzed.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Jonathan Sousa de Almeida (jonathan.sousa@ufma.br) on 2026-06-26T10:46:08Z No. of bitstreams: 1 LAINE_FORTES.pdf: 18452416 bytes, checksum: 2ea385881f924d84576e5a2feb7328be (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-06-26T10:46:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LAINE_FORTES.pdf: 18452416 bytes, checksum: 2ea385881f924d84576e5a2feb7328be (MD5) Previous issue date: 2026-03-04eng
dc.description.sponsorshipCAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Maranhãopor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE LETRAS/CCHpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFMApor
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS - Campus Bacabalpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectindicativo;por
dc.subjectsubjuntivo;por
dc.subjectvariação;por
dc.subjectsociolinguística histórica.por
dc.subjectindicative;eng
dc.subjectsubjunctive;eng
dc.subjectvariation;eng
dc.subjecthistorical sociolinguistics.eng
dc.subject.cnpqLinguística Históricapor
dc.titleExpressão do modo subjuntivo em cartas publicadas em jornais maranhenses dos séculos XIX e XX: um estudo de variação à luz da sociolinguística históricapor
dc.title.alternativeExpression of the subjunctive mood in letters published in newspapers from Maranhão in the 19th and 20th centuries: a variation study in the light of historical sociolinguisticseng
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:DISSERTAÇÃO DE MESTRADO - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS - CAMPUS BACABAL

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