@MASTERSTHESIS{ 2025:668900608, title = {Design. Estreitando laços trabalhistas com o ecossocialismo}, year = {2025}, url = "https://tedebc.ufma.br/jspui/handle/tede/6808", abstract = "As estruturas produtivas e políticas, privadas e públicas, as quais condicionam a produção de produtos e vidas hoje, estão diretamente relacionadas a nossa forma de fazer e conceituar design. Em consequência dos impactos socioambientais provocados por este modelo de existência, (re)existir é condição fundamental para uma virada sistêmica que possibilite seguir com menos e de forma diferente, respeitando a racionalidade ambiental ao entender que também somos natureza, e oferecendo desdobramento ao trabalho necessário para seguir com equidade. Para tanto, o design pode vir a fortalecer outro corpo valorativo e produtivo nessa construção, colaborando com o ecossocialismo em paralelo aos conceitos do Bem Viver, decrescimento ou pós-extrativismo, justiça ecológica e ecofeminismo, evidenciados no referencial teórico da pesquisa. Como arranjo metodológico, este estudo inicia com revisão sistemática e assistemática de literatura, articulando os conceitos ecossocialistas com o design por via das contradições apresentadas em cada um deles, fazendo uso de análise dentro do materialismo histórico e dialético com teoria interdisciplinar, somando esta análise com quatro entrevistas, realizadas pela autora, com militantes e profissionais do design. A partir de então, o objetivo desta pesquisa é identificar quais desdobramentos o design ganha quando alinhado ao ecossocialismo enquanto ciência do fazer, em que a resposta encontra-se no fazer político por via do trabalho. Neste caminho, a práxis é um ponto fundamental, e no design, este raciocínio é pautado por Mazzarotto e Serpa (2020), Borrero (2015) e Gustavo Amarante Bomfim (Couto, Farbiarz, Novaes, 2014), que somam esta pesquisa trazendo relação entre a organização política de movimentos sociais latino-americanos, e em um ensino plural, não opressor na área, possibilitando pautar insurreições das quais esta ciência já foi, e ainda pode ser, ferramenta para os processos de transformação social. Ao final, uma das respostas está em qualificar o debate industrial para o design, rompendo com determinada relação fragmentária com a terra, pois ao considerar as condições geográficas e ecológicas de um espaço, faz-se possível construir um trabalho de design ecossocialista. A pesquisa deixa brechas para estudos futuros no design em território Amazônico.", publisher = {Universidade Federal do Maranhão}, scholl = {PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESIGN/CCET}, note = {DEPARTAMENTO DE DESENHO E TECNOLOGIA/CCET} }